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Tubos de PEAD – Mitos e Verdades

Tubos corrugados em PEAD da Tigre-ADS – um novo jeito de fazer!.

Presente na América do Sul desde 2003, a Tigre-ADS é líder do segmento de tubos corrugados em Polietileno de Alta Densidade. Indicados para obras de drenagem, esgotamento sanitário, detenção e retenção de águas pluviais, os tubos corrugados em PEAD permitem economias significativas nas obras e se mostram um ótimo substituto aos demais materiais, como o concreto, PVC e materiais cerâmicos.

Largamente utilizados na Europa e Estados Unidos, os tubos corrugados em PEAD são padronizados por normas nacionais e internacionais, como NBR ISO, ASTM e ASHTO.

01 – USAR TUBOS CORRUGADOS EM PEAD TORNA A OBRA MAIS CARA?

Mito. Além das vantagens técnicas do tubo corrugado em PEAD e da vida útil três vezes superior à do concreto, o uso de tubos corrugados em PEAD permite economias significativas em todas as etapas da obra, da entrega à instalação.

Como o transporte dos tubos de PEAD é feito em carretas graneleiro ou carga seca, o descarregamento dos tubos de PEAD é fácil e rápido, enquanto que o de concreto normalmente requer mais tempo e equipamentos pesados.

Quando comparamos os pesos entre tubos de PEAD e tubos de concreto de mesmo diâmetro, as diferenças são impressionantes. Enquanto um tubo de 600 mm de PEAD pesa 16 kg/m, o tubo de concreto pesa em média 300 kg/m.

Se fizermos uma comparação entre tubos 1200 mm, os números serão ainda mais significativos. Enquanto os tubos de PEAD pesam 46 kg/m, a manilha de concreto pesa cerca de 900 kg/m. Isso significa que os tubos de concreto chegam a pesar 1.950% mais que um tubo de PEAD.

Fica evidente que, devido à diferença de peso, os custos para movimentação, transporte e instalação dos tubos de concreto são bem maiores que os custos para os tubos PEAD. Por isso, a instalação de tubos PEAD pode reduzir em até 70% o tempo de execução da obra, além de exigir menos mão de obra e maquinário.

02 – A INSTALAÇÃO DO TUBO EM PEAD EXIGE MÃO-DE-OBRA ESPECIALIZADA?

Mito. Não existe um curso técnico específico para a instalação dos tubos corrugados em PEAD. As próprias fabricantes, como a Tigre-ADS, oferecem suporte técnico para orientar os profissionais da obra a instalarem corretamente as soluções de acordo com as recomendações técnicas, fornecendo consultorias relacionadas aos produtos, suas aplicações e especificações. O conteúdo dos treinamentos é especialmente elaborado para cada público, de acordo com a necessidade do cliente.

03 – SE INSTALADO DE FORMA INCORRETA, O TUBO CORRUGADO EM PEAD PODE SOFRER DEFORMAÇÃO?

Verdade. Se for instalado de forma inadequada, sem a devida compactação lateral e respeito ao recobrimento mínimo, o tubo corrugado em PEAD pode sofrer deformações pelas ações das cargas envolvidas. Por isso, a Tigre-ADS oferece suporte e orientação ao cliente e à equipe de mão de obra para sua correta instalação.

04 – O TUBO DE PEAD PODE SER ARMAZENADO EM LOCAL ABERTO, EXPOSTO AOS RAIOS SOLARES?

Verdade.  Estudos mostram que o PEAD mantém a resistência à tensão mesmo após 36 meses de exposição aos raios UV, garantindo que, durante a instalação, não haja necessidade de armazenamento em local coberto.

05 – O POLIETILENO DE ALTA DENSIDADE (PEAD), UTILIZADO NA FABRICAÇÃO DOS TUBOS, PODE POLUIR O MEIO AMBIENTE?

Mito. O PEAD é um material quimicamente inerte e não contamina o solo nem os lençóis freáticos. Por resistir à ação química do gás sulfídrico e efluentes com pH entre 1,5 a 14 e ainda possuir união ponta/bolsa, também garante a estanqueidade do sistema, evitando vazamento dos efluentes e impedindo contaminações ao meio ambiente.

06 – O TUBO DE PEAD APRESENTA MAIOR EFICIÊNCIA HIDRÁULICA DO QUE OUTRAS TECNOLOGIAS?

Verdade. Como a capacidade de condução de uma tubulação é inversamente proporcional à sua rugosidade interna, o baixo índice de rugosidade do interior dos tubos corrugados em PEAD ajuda em sua eficiência hidráulica para conduzir água e fluidos à base d’água. Essa capacidade representa a fricção, em oposição, da superfície do tubo ao fluxo do líquido. Em um comparativo, o manning do PEAD varia entre 0,009 a 0,012. Já o do concreto varia de 0,013 a 0,017.

Uma menor rugosidade pode reduzir os custos de instalação, na comparação com outras tecnologias, devido à redução de DNs ou declividades, resultando em menor necessidade de escavações, reaterros, bota-fora etc. Ou seja, reduz os custos de movimentação de terra.

07 – É VERDADE QUE OS TUBOS CORRUGADOS EM PEAD PODEM SER INSTALADOS COM MENOR RECOBRIMENTO QUE OS TUBOS CONVENCIONAIS?

Verdade. Para cargas tipo H-25 e com compactação lateral de no mínimo 90% proctor normal, os tubos corrugados em PEAD podem ser instalados com recobrimento mínimo de 30 cm para tubulações com diâmetros até 1200 mm e de 60 cm para tubos com diâmetro de 1500 mm.

08 – NA UNIÃO DA TUBULAÇÃO COM POÇOS DE VISITA (PV), PODE HAVER PERDA AO REALIZAR CORTES NO TUBO?

Mito. Os tubos corrugados em PEAD da Tigre-ADS possuem sistema de união ponta-bolsa e comprimento de seis metros. Caso não seja utilizado o comprimento total, sendo necessário realizar corte, a parte que não foi utilizada pode facilmente ser aproveitada em outro ponto.

09 – É POSSÍVEL REALIZAR A UNIÃO DE TUBOS DE FORNECEDORES DIFERENTES?

Verdade. Atualmente, existem conexões que permitem a intercambialidade de diferentes fornecedores, além da possibilidade de serem utilizados PVs (poços de visitas) convencionais. Consulte a equipe comercial Tigre-ADS para mais informações.

10 – O DIÂMETRO INTERNO DOS TUBOS CORRUGADOS EM PEAD INFLUENCIA NA ELABORAÇÃO DO CÁLCULO HIDRÁULICO DO PROJETO DE DRENAGEM PLUVIAL?

Verdade. É fundamental que o projeto de drenagem ou esgoto defina o diâmetro interno mínimo de cada tubulação de forma a atender aos critérios definidos nos cálculos hidráulicos. Os diâmetros devem estar em conformidade com os requisitos da norma de referência, tanto para a série DN/DI como para a série DN/DE.

11 – É VERDADE QUE A NORMA ABNT NBR ISO 21138-3 PERMITE SOMENTE A SÉRIE DN/DE (DIÂMETRO NOMINAL EXTERNO)?

Mito. A norma permite tanto a série DN/DI (Diâmetro Nominal baseado no Diâmetro Interno) como a série DN/DE (Diâmetro Nominal baseado no Diâmetro Externo), ficando à cargo do projetista ou do comprador a definição do diâmetro que atenda aos critérios de projeto.

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